Salário para o cargo de Trapezista
Artistas de circo (circenses) > CBO 3762-55

Trapezista - Descrição, atividades, funções e salário do cargo

Realizam, sozinhos ou em grupos, diversos tipos de representações, em um espetáculo público (circo, teatro, rua, estúdio de televisão). Criam números e os apresentam em cena, a partir de técnicas corporais (acrobacia, equilibrismo, malabarismo, ilusionismo, comédia, canto, dança, pantomima) ou de técnicas de adestramento de animais.

Quanto ganha um Trapezista

Um Trapezista trabalhando no Brasil, ganha entre R$ 0,00 e R$ 0,00, com a média salarial de R$ 1.348,74 e o salário mediana em R$ 1.348,74 de acordo com pesquisa salarial junto ao Novo CAGED, Empregador Web e eSocial.


Faixas salariais do cargo de Trapezista

Salário Mensal Salário Anual Salário Por Semana Salário Por Hora
Média Salarial 1.348,74 16.184,88 337,19 6,13
1º Quartil 0,00 0,00 0,00 0,00
Salário Mediana 1.348,74 16.184,88 337,19 6,13
3º Quartil 0,00 0,00 0,00 0,00
Teto Salarial 0,00 0,00 0,00 0,00


Categorias profissionais do cargo

  • Técnicos de nível médio
    • Técnicos em nivel médio dos serviços culturais, das comunicações e dos desportos
      • Artistas de artes populares e modelos
        • Artistas de circo (circenses)

Cargos relacionados:



Salários nas cidades que mais contratam

Cidade Faixa Salarial Média Salarial 1º Quartil Salário Mediana 3º Quartil Maior Salário


Remuneração nos estados

Estado Faixa Salarial Média Salarial 1º Quartil Salário Mediana 3º Quartil Maior Salário


Principais locais de trabalho

Artistas de circo (circenses) o trabalho é exercido em ambientes fechados como lonas de circo, teatro, estúdios de tv, também a céu aberto e em veículos, por meio de trabalho assalariado ou autônomo ou pelos proprietários dos circos, em trabalho itinerante, com rodízio de turnos, de forma individual e coletiva, sob supervisão permanente. É comum o trabalhador exercer mais de uma ocupação, que são definidas pelo conjunto de habilidades: acrobata - faz variações de saltos no chão, aéreo - usa várias técnicas de movimento e equilíbrio no ar, contorcionista - faz movimentos de torção e contorção do corpo, domador de animais - treina e apresenta o animal, equilibrista - equilibra objetos, pessoas e a si mesmo, mágico - faz aparecer, desaparecer, mover objetos, pessoas, animais, utilizando técnicas de ilusionismo, malabarista - pratica jogos com aparelhos e objetos e os controla, palhaço - realiza pantomimas, pilhérias e outros números cômicos, trapezista - realiza saltos e evoluções com o corpo no ar, titeriteiro.


O que é preciso para trabalhar na área dos Artistas de circo (circenses)

Essas ocupações são exercidas por pessoas que desenvolveram habilidades circenses. A formação inicia-se desde a mais tenra idade, quando as crianças vão aprendendo um pouco de cada arte, em circos de lona, organizados em torno de tradicionais famílias circenses. Há, em menor número, artistas formados em circos-escolas ou cursos de artes circences. Os espetáculos circenses também são apresentados em teatro, tv, rua ou outros espaços alternativos. Os cargos listados nesta família ocupacional, demandam formação profissional para efeitos do cálculo do número de aprendizes a serem contratados pelos estabelecimentos.


Funções e atividades do Trapezista

Artistas de circo (circenses) devem:

  • ensaiar o número;
  • apresentar o número;
  • produzir o número;
  • demonstrar competências pessoais;
  • ensinar arte e técnica circense;
  • vender o espetáculo ou número;
  • comunicar-se;
  • inventar números;

  • Atividades

    • investigar o valor do trabalho circense no mercado;
    • criar aparelhos (materiais de trabalho);
    • realizar números testes para divulgação ou contratação;
    • perceber as habilidades dos alunos;
    • estabelecer comunicação com a cidade;
    • dominar técnicas circenses do seu número;
    • pesquisar possibilidades de expressão artística;
    • adquirir técnicas para cair;
    • definir equipamentos de segurança;
    • frequentar cursos de atualização;
    • pesquisar truques;
    • trabalhar frustações (quedas, números, aparelhos);
    • intercambiar informações com escolas de circo;
    • dar entrevistas;
    • desmontar o aparelho;
    • adequar tecnologias disponíveis ao número circense;
    • montar o aparelho;
    • avaliar custos para fazer preço do trabalho;
    • desenvolver disciplina;
    • observar o trabalho de outros profissionais do circo;
    • pesquisar tecnologias;
    • divulgar o espetáculo ou número;
    • criar maquiagem;
    • propor possibilidades profissionais a partir de suas habilidades;
    • respeitar ética profissional;
    • buscar métodos de aprendizagem para cada modalidade;
    • frequentar lugares de divulgação do trabalho realizado;
    • estimular o desenvolvimento físico do aluno;
    • avaliar o potencial físico do aluno;
    • intercambiar informações com outras áreas artísticas;
    • demonstrar conhecimento de costumes e tradições circenses;
    • errar truques para valorização do trabalho;
    • aprender a profissão ensaiando;
    • criar guarda roupa;
    • fazer aquecimento;
    • confeccionar o aparelho;
    • pesquisar movimentos corporais;
    • assimilar os tempos na realização dos truques;
    • selecionar música;
    • combinar códigos para informar imprevistos;
    • pesquisar materiais;
    • incorporar diferentes linguagens artísticas;
    • intercambiar informações com profissionais do circo (pessoalmente, vídeos, internet, etc);
    • adequar o número de acordo com o tempo, espaço e público;
    • trabalhar em equipe;
    • adequar o número ao biótipo e aparelho;
    • utilizar meios de comunicação para divulgar (tv, jornal, internet, carros, books);
    • sincronizar luz e som com a representação;
    • estabelecer vínculos de confiança com os colegas;
    • misturar os números criando outros;
    • respeitar relações de trabalho;
    • pesquisar possibilidades no uso das cores (luzes, figurino, materiais, etc);
    • fazer concentração;
    • lidar com imprevistos de forma criativa;
    • colaborar na divulgação do espetáculo;
    • demonstrar conhecimento de vocabulários e gírias circenses;
    • pesquisar aparelhos;
    • introduzir o aluno nas diferentes modalidades circenses;
    • incorporar equipamentos de segurança no número, durante o ensaio;
    • transmitir ética circense;
    • providenciar material impresso para divulgação;
    • repetir o número aperfeiçoando técnicas;
    • demonstrar determinação para aprender;
    • adaptar-se ao contexto do espetáculo (língua, comida, espaço);
    • preparar a entrada do artista;
    • motivar os alunos;
    • conquistar empatia do público;
    • fazer alongamento;
    • pesquisar possibilidades de comunicação com o público;
    • definir coreografia;
    • desenvolver consciência dos riscos profissionais;
    • aperfeiçoar técnicas de expressão corporal e vocal;
    • respeitar o aparelho de outro artista;
    • respeitar a liberdade de expressão dos colegas;
    • estabelecer comunicação com o público;
    • obedecer os comandos dos tempos dos truques;
    • preparar material, aparelho e objetos para o número;


    Setores que mais contratam Trapezista no mercado de trabalho

    • Restaurantes e similares




    Fonte: Pesquisa Portal Salario.com.br

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