Salário para o cargo de Professor de amostragem estatística (no ensino superior)
CBO 2341-15 > Professores de matemática, estatística e informática do ensino superior

Professor de amostragem estatística (no ensino superior) - Descrição, atividades, funções e salário do cargo

Lecionam matemática, estatística e computação, realizam pesquisas, produzem trabalhos acadêmicos em sua área de competência, orientam alunos, planejam e implementam cursos e disciplinas, avaliam desempenho do aluno, de programas e instituições. Coordenam atividades acadêmicas e científicas. Podem prestar assessoria nas áreas técnica e científica e colaborar em atividades institucionais.

Quanto ganha um Professor de amostragem estatística (no ensino superior)

Um Professor de amostragem estatística (no ensino superior) trabalhando no Brasil, ganha entre R$ 1.277,49 e R$ 11.503,18, com a média salarial de R$ 4.376,87 e o salário mediana em R$ 2.851,10 de acordo com pesquisa salarial junto ao Novo CAGED, Empregador Web e eSocial.


Faixas salariais do cargo de Professor de amostragem estatística (no ensino superior)

Salário Mensal Salário Anual Salário Por Semana Salário Por Hora
Média Salarial 4.376,87 52.522,46 1.094,22 33,56
1º Quartil 1.277,49 15.329,93 319,37 9,79
Salário Mediana 2.851,10 34.213,20 712,78 21,86
3º Quartil 8.772,82 105.273,79 2.193,20 67,26
Teto Salarial 11.503,18 138.038,15 2.875,79 88,19


Categorias profissionais do cargo

  • Profissionais das ciências e das artes
    • Profissionais do ensino
      • Professores do ensino superior
        • Professores de matemática, estatística e informática do ensino superior

Cargos relacionados:



Salários nas cidades que mais contratam

Cidade Faixa Salarial Média Salarial 1º Quartil Salário Mediana 3º Quartil Maior Salário
Uberaba - MG 1.425 - 10.573 3.840,20 1.425,20 2.850,40 8.729,35 10.573,25
Ribeirão Preto - SP 1.754 - 8.183 5.725,97 1.754,40 6.473,50 6.756,20 8.183,31


Remuneração nos estados

Estado Faixa Salarial Média Salarial 1º Quartil Salário Mediana 3º Quartil Maior Salário
Minas Gerais 1.220 - 8.487 3.084,91 1.219,83 2.494,10 7.007,23 8.487,37
São Paulo 1.560 - 8.183 5.114,38 1.560,19 6.166,40 6.756,20 8.183,31


Principais locais de trabalho

Professores de matemática, estatística e informática do ensino superior trabalham nas áreas da estatística, da computação, da matemática pura e aplicada e da pesquisa operacional, lecionando em faculdades e universidades públicas ou privadas, como estatutários ou assalariados com carteira assinada. Atuam, geralmente, de forma individual e em algumas atividades podem estar sujeitos ao estresse.


O que é preciso para trabalhar na área dos Professores de matemática, estatística e informática do ensino superior

O exercício desse cargo requer ensino superior completo e títulos de pós-graduação ou especialização na área. É comum o ingresso e a progressão na carreira por intermédio de concursos, principalmente, na área pública. O pleno desempenho das atividades, como professor-titular, geralmente ocorre após cinco anos de experiência.


Funções e atividades do Professor de amostragem estatística (no ensino superior)

Professores de matemática, estatística e informática do ensino superior devem:

  • demonstrar competências pessoais;
  • avaliar desempenho acadêmico, programas e instituições;
  • produzir trabalhos acadêmicos (técnicos, didáticos e científicos);
  • orientar alunos;
  • colaborar em atividades institucionais;
  • planejar e implementar cursos e disciplinas;
  • realizar pesquisas;
  • lecionar matemática, estatística, computação;
  • coordenar atividades acadêmico-científicas;
  • comunicar-se;
  • prestar assessoria nas Áreas acadêmica, técnica e científica;

  • Atividades

    • desenvolver teorias;
    • assessorar pesquisas da comunidade;
    • coordenar grupos de trabalho em associações científicas;
    • motivar o aluno para o aprendizado e para a pesquisa;
    • indicar livros, periódicos, revistas, software, anuários e manuais;
    • dar entrevistas a órgãos de imprensa sobre assuntos de sua especialidade;
    • avaliar o desempenho do aluno;
    • proferir palestras;
    • raciocinar logicamente: abstrair, analisar, sintetizar e concluir;
    • chefiar departamentos;
    • traduzir livros e artigos técnicos, didáticos e científicos;
    • avaliar projetos e relatórios para órgãos de fomento e outras organizações;
    • produzir software e hardware;
    • projetar laboratórios de ensino;
    • elaborar projetos;
    • orientar estágios;
    • assessorar nas etapas de planejamento, realização e análise de resultados de pesquisa;
    • investigar o estado da arte do tema proposto;
    • expressar-se com clareza, verbalmente e por escrito;
    • assessorar profissionais de diversas áreas;
    • coordenar cursos de graduação;
    • coordenar cursos de extensão;
    • constituir grupos de pesquisa;
    • montar bancos de dados;
    • co-orientar alunos em atividades de pesquisa e pós-graduação;
    • coordenar disciplinas oferecidas simultaneamente à várias turmas;
    • produzir textos didáticos;
    • emitir parecer para processos de convalidação de disciplinas e diplomas;
    • orientar alunos em atividade de iniciação científica;
    • divulgar na comunidade as atividades de matemática, estatística e computação;
    • planejar disciplinas;
    • preparar apresentações, demonstrações e exposições;
    • orientar estágios de pós-doutorado;
    • participar da administração de órgãos de classe;
    • assessorar no desenvolvimento de produtos através de convênios;
    • dar concretude aos conceitos abstratos;
    • propor novos métodos de ensino;
    • implementar laboratórios de ensino;
    • elaborar cursos de extensão;
    • coordenar projetos de pesquisa, ensino e extensão;
    • participar da organização de processos de seleção;
    • realizar visitas científicas;
    • integrar o corpo editorial de publicações científicas;
    • assessorar instituições de ensino superior na adequação de seus cursos aos parâmetros do mec;
    • coordenar cursos de pós-graduação;
    • desenvolver software, algoritmos, programas, linguagens, sistemas operacionais e outros;
    • definir o perfil do corpo docente e discente;
    • buscar fontes de financiamento;
    • realizar intercâmbios técnico-científicos;
    • demonstrar objetividade;
    • orientar doutorandos;
    • assessorar na solução de problemas que envolvam a implantação de sistemas computacionais;
    • criar lista de discussão;
    • averiguar adequação de modelos visando à validação;
    • implantar laboratórios;
    • escrever artigos técnicos científicos;
    • gerir projetos de ensino, pesquisa e extensão;
    • estabelecer parcerias com organizações da sociedade civil;
    • emitir pareceres técnicos sobre livros e artigos submetidos à publicação;
    • elaborar projetos pedagógicos;
    • realizar diagnósticos sociodemográficos;
    • disseminar resultados de pesquisa;
    • dominar sua área de conhecimento;
    • preparar aulas e avaliações;
    • recorrer a exemplos, conteúdos e aplicações de várias áreas do conhecimento;
    • escrever resenhas;
    • utilizar correio eletrônico (e-mail);
    • organizar atividades práticas (sala de aula, campo e laboratório);
    • elaborar cursos de aperfeiçoamento;
    • interagir com pesquisadores de outros grupos de pesquisa;
    • levantar questões a serem investigadas;
    • avaliar o desempenho funcional de seus pares;
    • divulgar trabalhos em revistas e periódicos;
    • participar da administração de associações científicas;
    • editar livros e revistas;
    • atender extraclasse para esclarecimentos complementares;
    • orientar auxiliares de ensino (graduados);
    • construir protótipos de modelos e produtos;
    • orientar monografias de conclusão de curso;
    • reformular suas ideias;
    • revisar periodicamente a grade curricular;
    • assessorar a criação de empresas-júniores;
    • demonstrar criatividade;
    • elaborar critérios para admissão de alunos;
    • exarar pareceres técnicos para fins legais e outros;
    • dirigir unidades acadêmicas;
    • orientar alunos monitores (graduandos);
    • produzir vídeos científicos, didáticos e institucionais;
    • produzir relatórios técnicos e de pesquisa;
    • manifestar empatia;
    • participar de bancas examinadoras de concursos e títulos acadêmicos;
    • coletar e analisar dados;
    • assessorar as atividades das empresas-júniores;
    • relacionar teoria à prática;
    • avaliar continuamente a qualidade de cursos e disciplinas;
    • assessorar a elaboração de trabalhos acadêmicos;
    • escrever livros técnicos, científicos e didáticos;
    • disponibilizar ´on-line´ artigos, relatórios e software;
    • coordenar a política científica de bibliotecas;
    • trabalhar interdisciplinarmente;
    • orientar a vida acadêmica dos alunos;
    • disponibilizar material didático ´on line´;
    • representar a categoria em órgãos colegiados;
    • escrever artigos de opinião na imprensa;
    • elaborar cursos de especialização;
    • assessorar a otimização do gerenciamento de sistemas complexos;
    • manter-se atualizado;
    • participar de comissões;
    • assessorar, cientificamente, a organização de eventos;
    • empreender projetos em negócios;
    • preparar material suporte: didático, laboratório e outros;
    • avaliar cursos de ensino superior para órgãos governamentais;
    • assessorar a coleta, tratamento, análise e interpretação de dados;
    • ministrar aulas presencialmente ou à distância;
    • participar de comissões de organização de eventos;
    • orientar mestrandos;
    • coordenar a política científica de laboratórios;
    • desenvolver hardware: equipamentos e componentes computacionais;
    • coordenar eventos científicos;
    • buscar e assimilar teorias e novas tecnologias;
    • orientar estágios docentes (ped-capes);
    • diagnosticar necessidades técnicas de alunos e usuários da matemática, estatística e computação;
    • orientar estudantes para competições acadêmicas;
    • transferir conhecimento para empresas e outros órgãos;
    • assessorar organizações na incorporação de novas metodologias e tecnologias;
    • trabalhar em equipe;
    • idealizar planejamentos estatísticos de experimentos;
    • modelar fenômenos, dados e processos;
    • orientar alunos para a criação de novos empreendimentos;
    • utilizar simulação numérica em testes de hipóteses, compreensão de fenômenos e validação de modelos;
    • interpretar resultados;
    • participar de eventos científicos;
    • elaborar o referencial teórico-metodológico da pesquisa;
    • detectar novas possibilidades de aplicação dos resultados de pesquisa;
    • testar hipóteses;


    Setores que mais contratam Professor de amostragem estatística (no ensino superior) no mercado de trabalho

    • Educação superior - graduação
    • Ensino médio
    • Educação superior - graduação e pós-graduação
    • Cursos preparatórios para concursos




    Fonte: Pesquisa Portal Salario.com.br

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