Salário para o cargo de Técnico de central térmica
CBO 3115-15 > Técnicos em controle ambiental, utilidades e tratamento de efluentes

Técnico de central térmica - Descrição, atividades, funções e salário do cargo

Auxiliam profissionais de nível superior na implementação de projetos, gestão ambiental e coordenação de equipes de trabalho, operam máquinas, equipamentos e instrumentos. Coordenam processos de controle ambiental, utilidades, tratamento de efluentes e levantamentos meteorológicos. Realizam análises físico-químicas e microbiológicas dos efluentes. Monitoram a segurança no trabalho.

Quanto ganha um Técnico de central térmica

Um Técnico de central térmica trabalhando no Brasil, ganha entre R$ 1.258,21 e R$ 5.670,34, com a média salarial de R$ 2.277,24 e o salário mediana em R$ 1.650,00 de acordo com pesquisa salarial junto ao Novo CAGED, Empregador Web e eSocial.


Faixas salariais do cargo de Técnico de central térmica

Salário Mensal Salário Anual Salário Por Semana Salário Por Hora
Média Salarial 2.277,24 27.326,92 569,31 10,67
1º Quartil 1.258,21 15.098,56 314,55 5,90
Salário Mediana 1.650,00 19.800,00 412,50 7,73
3º Quartil 4.324,45 51.893,35 1.081,11 20,27
Teto Salarial 5.670,34 68.044,11 1.417,59 26,58


Categorias profissionais do cargo

  • Técnicos de nível médio
    • Técnicos de nível médio das ciências físicas, químicas, engenharia
      • Técnico em ciências físicas e químicas
        • Técnicos em controle ambiental, utilidades e tratamento de efluentes

Cargos relacionados:



Salários nas cidades que mais contratam

Cidade Faixa Salarial Média Salarial 1º Quartil Salário Mediana 3º Quartil Maior Salário
Natal - RN 1.457 - 2.085 1.573,70 1.457,36 1.517,31 1.721,08 2.084,62
São Gonçalo - RJ 1.289 - 2.515 1.566,05 1.288,58 1.350,00 2.076,06 2.514,59
São Paulo - SP 1.459 - 7.556 3.002,62 1.458,81 2.100,00 6.238,69 7.556,48
Rio de Janeiro - RJ 1.599 - 5.155 2.864,87 1.598,91 2.957,29 4.256,38 5.155,46
Belo Horizonte - MG 1.754 - 7.612 3.370,30 1.753,68 2.073,13 6.284,92 7.612,49
Porto Velho - RO 1.045 - 1.749 1.144,65 1.045,00 1.045,00 1.443,60 1.748,53
Campinas - SP 1.305 - 6.298 3.377,99 1.304,64 3.300,00 5.200,00 6.298,40
Campo Grande - MS 1.239 - 2.475 1.659,23 1.238,83 1.743,14 2.043,49 2.475,14
Aracaju - SE 1.398 - 4.669 2.447,20 1.397,93 2.660,76 3.855,02 4.669,31
Itajaí - SC 1.365 - 3.222 1.736,49 1.365,00 1.365,00 2.660,25 3.222,17
Cajamar - SP 3.166 - 4.388 3.286,35 3.165,96 3.184,00 3.622,38 4.387,53
Umburanas - BA 2.769 - 3.479 2.789,89 2.769,23 2.769,23 2.872,55 3.479,31
Florianópolis - SC 3.494 - 7.746 5.814,95 3.493,50 6.395,31 6.395,31 7.746,19
Cuiabá - MT 1.300 - 2.491 1.639,20 1.300,00 1.500,00 2.056,25 2.490,59
Serra - ES 1.994 - 4.706 3.020,52 1.993,83 3.292,00 3.885,60 4.706,36
Mauá - SP 1.456 - 3.540 1.951,13 1.455,80 1.626,03 2.922,25 3.539,52
Porto Alegre - RS 1.521 - 4.829 2.189,28 1.520,71 1.589,07 3.987,00 4.829,17
Viana - ES 1.590 - 2.316 1.786,24 1.590,30 1.800,00 1.912,50 2.316,48
Concordia - SC 1.368 - 2.180 1.501,38 1.368,00 1.400,00 1.800,00 2.180,21
Linhares - ES 1.143 - 2.993 1.589,40 1.143,30 1.321,65 2.470,99 2.992,94


Remuneração nos estados

Estado Faixa Salarial Média Salarial 1º Quartil Salário Mediana 3º Quartil Maior Salário
Rio Grande do Norte 1.442 - 2.164 1.586,29 1.441,91 1.517,31 1.786,64 2.164,04
São Paulo 1.424 - 6.542 2.797,12 1.423,56 2.060,46 5.401,37 6.542,30
Rio de Janeiro 1.271 - 4.248 2.117,45 1.270,90 2.000,00 3.507,52 4.248,42
Minas Gerais 1.388 - 7.644 3.118,48 1.387,55 2.142,36 6.311,28 7.644,42
Santa Catarina 1.272 - 9.457 3.287,83 1.271,82 1.800,00 7.808,14 9.457,45
Rio Grande do Sul 1.265 - 5.168 2.469,34 1.265,20 1.657,43 4.266,51 5.167,72
Espírito Santo 1.229 - 3.927 2.025,16 1.229,38 1.800,00 3.242,57 3.927,50
Ceará 1.433 - 5.245 2.629,57 1.433,04 2.455,00 4.330,72 5.245,49
Rondônia 1.045 - 1.749 1.144,65 1.045,00 1.045,00 1.443,60 1.748,53
Bahia 1.293 - 6.641 3.020,01 1.292,82 2.769,23 5.482,83 6.640,97
Mato Grosso do Sul 1.217 - 3.726 1.876,03 1.216,63 1.647,72 3.076,54 3.726,40
Maranhão 1.064 - 3.165 1.479,80 1.064,18 1.200,00 2.612,81 3.164,71
Pernambuco 1.141 - 2.983 1.649,92 1.140,61 1.365,00 2.462,65 2.982,84
Pará 1.110 - 3.201 1.608,48 1.110,00 1.292,00 2.642,84 3.201,08
Mato Grosso 1.118 - 2.465 1.513,74 1.118,00 1.500,00 2.034,92 2.464,75
Sergipe 1.398 - 8.967 3.451,60 1.397,93 2.687,21 7.403,34 8.967,15
Paraná 1.326 - 5.162 2.040,48 1.326,19 1.495,00 4.261,46 5.161,61
Goiás 1.505 - 5.935 2.762,41 1.504,63 2.145,00 4.900,00 5.935,03
Acre 1.045 - 1.993 1.344,67 1.045,00 1.356,25 1.645,15 1.992,66
Tocantins 1.200 - 1.497 1.215,81 1.200,00 1.212,00 1.236,00 1.497,08
Amazonas 1.130 - 2.907 1.458,00 1.130,00 1.130,00 2.400,00 2.906,95


Principais locais de trabalho

Técnicos em controle ambiental, utilidades e tratamento de efluentes atuam na preservação da qualidade ambiental. Trabalham em equipe, em laboratórios e em atividades de campo, vinculados à administração pública, indústrias, empresas de consultoria, estações meteorológicas e de tratamento. Trabalham em ambientes fechados, a céu aberto ou em veículos nos horários diurnos e noturnos. Muitas vezes, trabalham sob pressão, em posições desconfortáveis ou expostos a ruídos, material tóxico, radiação, altas temperaturas, frio intenso e umidade.


O que é preciso para trabalhar na área dos Técnicos em controle ambiental, utilidades e tratamento de efluentes

Essas ocupações requerem formação técnica de nível médio completa nas áreas do meio ambiente, saneamento e afins. O pleno exercício das atividades requer de um a dois anos de experiência. Geralmente, trabalham sob supervisão de profissionais de nível superior.


Funções e atividades do Técnico de central térmica

Técnicos em controle ambiental, utilidades e tratamento de efluentes devem:

  • implementar ações de gestão ambiental;
  • monitorar a segurança no trabalho;
  • demonstrar competências pessoais;
  • operar máquinas, equipamentos e instrumentos;
  • coordenar equipes de trabalho;
  • implementar projetos;
  • coordenar processos de controle ambiental, utilidades, tratamento de efluentes e levantamentos meteorológicos;
  • realizar análises físico-químicas e microbiológicas dos efluentes;

  • Atividades

    • testar novos produtos químicos e equipamentos;
    • adequar procedimentos operacionais;
    • aplicar ações corretivas;
    • identificar os aspectos ambientais e impactos associados;
    • dar provas de liderança;
    • capacitar operadores;
    • programar paradas para manutenção;
    • demonstrar iniciativa;
    • avaliar eficiência dos processos;
    • autocriticar-se;
    • comunicar-se;
    • elaborar laudos, relatórios e planilhas dos resultados analíticos;
    • identificar amostras e pontos de coletas;
    • distribuir tarefas;
    • identificar problemas operacionais na implantação de projetos;
    • solicitar manutenção periódica das máquinas e equipamentos;
    • propor melhorias em projetos;
    • realizar inspeções e vistorias técnicas;
    • demonstrar capacidade de auto-organização;
    • orientar implantação de projetos;
    • atender normas e legislação ambiental;
    • controlar custos operacionais;
    • elaborar plano de trabalho;
    • monitorar cumprimento das normas e legislação no trabalho;
    • agir com ética;
    • suprir ambiente de análises com reagentes, vidrarias e equipamentos;
    • interpretar resultados analíticos;
    • avaliar funcionamento das máquinas e equipamentos;
    • demonstrar capacidade de adaptação;
    • ajustar parâmetros operacionais de otimização dos processos;
    • definir local de armazenagem dos resíduos e efluentes;
    • ajustar máquinas e equipamentos;
    • coletar amostras;
    • manipular produtos químicos e biológicos;
    • cumprir objetivos e metas ambientais;
    • programar aquisição e estocagem de matéria-prima e insumos;
    • demonstrar sociabilidade;
    • controlar uso dos equipamentos de proteção (individual e coletiva);
    • calibrar equipamentos e instrumentos (pluviógrafo, linígrafo, oxímetro e phmetro);
    • analisar resultados das ações corretivas;
    • fornecer subsídios para elaborar plano de manutenção;
    • interpretar plantas, fluxogramas de projetos;
    • manter bom relacionamento interpessoal;
    • identificar procedimentos de operação;
    • fornecer informações para procedimentos de emergência;
    • identificar necessidades de treinamento;
    • propor ações preventivas;
    • avaliar capacidade produtiva do processo de ar, vapor, óleo e gases;
    • interpretar mapa de riscos;
    • preparar ambiente para análises;
    • determinar vazões líquidas e índices inerentes ao controle do processo;
    • fornecer subsídios para elaboração do mapa de riscos;
    • avaliar amplitude dos impactos ambientais;
    • orientar equipes de trabalho;
    • manusear vidrarias, instrumentos e equipamentos;
    • dimensionar equipes de trabalho;
    • controlar distribuição dos produtos gerados (vapor, ar e efluentes);
    • estudar etapas de desenvolvimento do projeto;
    • definir medidas corretivas;
    • estabelecer prazos, ações e responsabilidades;
    • informar sobre precauções de produtos e resíduos gerados no processo;
    • encaminhar amostras para análises externas complementares;
    • cumprir procedimentos de emergência;
    • preservar amostras coletadas;
    • demonstrar dinamismo;
    • propor melhorias nas máquinas, equipamentos e instrumentos;


    Setores que mais contratam Técnico de central térmica no mercado de trabalho

    • Serviços de cartografia, topografia e geodésia
    • Navegação de apoio portuário
    • Locação de mão-de-obra temporária
    • Navegação de apoio marítimo
    • Fornecimento e gestão de recursos humanos para terceiros
    • Serviços de engenharia
    • Construção de estações e redes de distribuição de energia elétrica
    • Geração de energia elétrica
    • Instalação e manutenção elétrica
    • Fabricação de cosméticos, produtos de perfumaria e de higiene pessoal




    Fonte: Pesquisa Portal Salario.com.br

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