Salário para o cargo de Psicólogo do trânsito
CBO 2515-35 > Psicólogos e psicanalistas

Psicólogo do trânsito - Descrição, atividades, funções e salário do cargo

Estudam, pesquisam e avaliam o desenvolvimento emocional e os processos mentais e sociais de indivíduos, grupos e instituições, com a finalidade de análise, tratamento, orientação e educação, diagnosticam e avaliam distúrbios emocionais e mentais e de adaptação social, elucidando conflitos e questões e acompanhando o(s) paciente(s) durante o processo de tratamento ou cura, investigam os fatores inconscientes do comportamento individual e grupal, tornando-os conscientes, desenvolvem pesquisas experimentais, teóricas e clínicas e coordenam equipes e atividades de área e afins.

Quanto ganha um Psicólogo do trânsito

Um Psicólogo do trânsito trabalhando no Brasil, ganha entre R$ 1.734,63 e R$ 4.695,78, com a média salarial de R$ 2.582,16 e o salário mediana em R$ 2.112,00 de acordo com pesquisa salarial junto ao CAGED, RAIS e IBGE.


Faixas salariais do cargo de Psicólogo do trânsito

Salário Mensal Salário Anual Salário Por Semana Salário Por Hora
Média Salarial 2.582,16 30.985,92 645,54 15,19
1º Quartil 1.734,63 20.815,56 433,66 10,20
Salário Mediana 2.112,00 25.344,00 528,00 12,42
3º Quartil 3.876,87 46.522,44 969,22 22,81
Teto Salarial 4.695,78 56.349,36 1.173,95 27,62


Categorias profissionais do cargo

  • Profissionais das ciências e das artes
    • Profissionais das ciências sociais e humanas
      • Cientistas sociais, psicólogos
        • Psicólogos e psicanalistas

Cargos relacionados:




Principais locais de trabalho

Psicólogos e psicanalistas atuam, principalmente, em atividades ligadas a saúde, serviços sociais e pessoais e educação. Podem trabalhar como autônomos e/ou com carteira assinada, individualmente ou em equipes. É comum os psicólogos clínico, hospitalar, social e neuropsicólogos trabalharem com supervisão. Têm como local de trabalho ambientes fechados ou, no caso dos neuropsicólogos e psicólogos jurídicos, pode ser a céu aberto. Os psicólogos clínicos, sociais e os psicanalistas, eventualmente, trabalham em horários irregulares. Alguns deles trabalham sob pressão, em posições desconfortáveis durante longos períodos, confinados (psicólogos clínicos e sociais) e expostos a radiação (neuropsicólogo) e ruídos intensos. A ocupação psicanalista não é uma especialização, é uma formação, que segue princípios, processos e procedimentos definidos pelas instituições reconhecidas internacionalmente, podendo o psicanalista ter diferentes formações como: psicólogo, psiquiatra, médico, filósofo etc.


O que é preciso para trabalhar na área dos Psicólogos e psicanalistas

Para os trabalhadores dessa família é exigido o nível superior completo e experiência profissional que varia segundo a formação. Para os psicólogos, de um modo geral, pede-se de um a quatro anos, como é o caso do psicólogo clínico. Para o psicanalista é necessário, no mínimo, cinco anos de experiência. Os cursos de qualificação também variam de cursos básicos de duzentas a quatrocentas horas- aula, como no caso do psicólogo hospitalar, mais de quatrocentas horas-aula para os psicólogos jurídicos, psicanalistas e neuropsicólogos, até cursos de especialização para os psicólogos clínicos e sociais. A formação desses profissionais é um conjunto de atividades desenvolvidas por eles, mas os procedimentos são diferentes quanto a aspectos formais relacionados às instituições que os formam.


Funções e atividades do Psicólogo do trânsito

Psicólogos e psicanalistas devem:

  • coordenar equipes e atividades;
  • orientar indivíduos, grupos e instituições;
  • analisar - tratar indivíduos, grupos e instituições;
  • desenvolver pesquisas experimentais, teóricas e clínicas;
  • demonstrar competências pessoais;
  • participar de atividades para divulgação profissional;
  • educar indivíduos, grupos e instituições;
  • avaliar comportamentos psíquicos;
  • realizar tarefas administrativas;
  • acompanhar indivíduos, grupos e instituições;

Atividades

  • investigar o psiquismo humano;
  • realizar acompanhamento terapêutico;
  • coordenar grupos de estudo;
  • acompanhar a evolução do caso;
  • definir problema e objetivos;
  • mensurar resultados de instrumentos de avaliação;
  • organizar prontuários;
  • elaborar projetos;
  • sistematizar informações;
  • prestar consultoria/assessoria;
  • demonstrar capacidade de contornar situações adversas;
  • estudar casos;
  • participar de reuniões científicas (congressos, seminários e simpósios);
  • acompanhar a evolução da intervenção;
  • observar pessoas e situações;
  • fornecer subsídios a estratégias e políticas organizacionais;
  • agendar atendimentos;
  • avaliar propostas e projetos;
  • planejar as atividades da equipe;
  • elaborar pareceres, laudos e perícias;
  • publicar artigos, ensaios, livros científicos e notas técnicas;
  • desenvolver cursos para grupos específicos;
  • padronizar testes;
  • analisar dados;
  • demonstrar capacidade de observação;
  • demonstrar habilidade de questionar;
  • preencher formulários e cadastro;
  • acompanhar impactos de intervenções;
  • orientar mudança de comportamento;
  • mediar conflitos;
  • demonstrar interesse pela pessoa/ser humano;
  • respeitar valores e crenças dos clientes;
  • manter sigilo profissional;
  • programar atividades;
  • definir metodologias de ação;
  • convocar pessoas;
  • trabalhar em equipe;
  • avaliar a execução das ações;
  • aconselhar pessoas, grupos e famílias;
  • informar sobre desenvolvimento do psiquismo humano;
  • realizar encaminhamento;
  • formar especialistas da área;
  • entrevistar pessoas;
  • ouvir ativamente (saber ouvir);
  • aplicar instrumentos e métodos de avaliação;
  • investigar o comportamento individual, grupal e institucional;
  • elaborar manuais;
  • fazer levantamentos estatísticos;
  • demonstrar capacidade de raciocínio abstrato;
  • propiciar espaço para acolhimento de vivências emocionais (setting terapêutico);
  • participar de palestras, debates e entrevistas;
  • elaborar instrumentos de avaliação administrativa;
  • avaliar resultados;
  • propiciar recursos para o desenvolvimento de aspectos cognitivos;
  • elaborar processo de alta;
  • participar de conselhos municipais, estaduais e federais;
  • acompanhar o desenvolvimento de profissionais em formação e especialização;
  • apresentar estudos de caso;
  • prover suporte emocional;
  • participar de comissões técnicas;
  • organizar dados;
  • investigar pessoas, situações e problemas;
  • coletar dados;
  • escolher o instrumento de avaliação;
  • levantar dados pertinentes;
  • providenciar aquisição de material técnico;
  • facilitar grupos;
  • respeitar os limites de atuação;
  • organizar eventos;
  • demonstrar capacidade de manter imparcialidade;
  • ministrar aulas, cursos e palestras;
  • promover desenvolvimento das relações interpessoais;
  • triar casos;
  • propor intervenções;
  • construir instrumentos de pesquisa;
  • supervisionar profissionais da área e áreas afins;
  • dar devolutiva;
  • capacitar profissionais;
  • pesquisar bibliografia;
  • elaborar diagnósticos;
  • auxiliar na formulação de políticas públicas;
  • identificar recursos da comunidade;
  • supervisionar estagiários da área e áreas afins;
  • analisar resultados de instrumentos de avaliação;
  • promover desenvolvimento da percepção interna (insight);
  • coordenar reuniões;
  • fornecer subsídios à elaboração de legislação;
  • estabelecer parâmetros de pesquisa;
  • acompanhar resultados de projetos;
  • visitar instituições e equipamentos sociais;
  • trabalhar a dinâmica da equipe;
  • distribuir tarefas à equipe;
  • participar de entidades de classe;


Setores que mais contratam Psicólogo do trânsito no mercado de trabalho

  • Atividade médica ambulatorial restrita a consultas
  • Atividades de psicologia e psicanálise
  • Atividade médica ambulatorial com recursos para realização de exames complementares




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